tecnológica

Postagens das "Notícias da Semana", atividade semanal onde os alunos dos primeiros módulos dos Cursos Técnicos: Informática e Informática para Internet apresentam notícias relacionadas à área tecnologica - disciplina Lógica de Programação - Profs: Mauricio e Viviana

quarta-feira, 27 de abril de 2011

PM de São Paulo começa a testar redes 4G

SÃO PAULO – A Polícia Militar do Estado de São Paulo será uma das primeiras a testar as redes 4G com a tecnologia LTE (Long Term Evolution).
A corporação fechou um protocolo de intenções com a Alcatel-Lucent para instalar os equipamentos (incluindo estações rádio base) e fazer os testes necessários para o funcionamento da rede. A tecnologia está nos primeiros testes na América Latina.
A rede 4G será acessada pelos tablets comprados pela PM da empresa mineira MXT no início de março. Foram 11 000 no total, além de 5 000 aparelhos de GPS de bolso.
Com a rede mais larga, o tráfego de dados será facilitado e os policiais poderão acessar com mais facilidade o sistema integrado de dados da PM, agora acessível nos tablets.
“Nossa expectativa é atingir uma velocidade de 60 Mbps”, afirma o Tenente-Coronel Alfredo Deak Júnior, chefe do Centro de Processamento de Dados da PM paulista.
Segundo ele, a medida é importante para garantir a melhoria da performance de transferência dos dados para as viaturas, o que diminui a incidência de casos em que os policiais são pegos de surpresa por um determinado fato.
O período inicial de testes com o 4G, feitos apenas na região metropolitana, deve durar 90 dias. A partir desta experiência a PM terá mais base para determinar os itens necessários para possíveis licitações com as operadoras de telefonia.

Notícia apresentada pelo aluno Gregory - 1II

Apple pode ser 1ª empresa a valer US$ 1 trilhão

SÃO PAULO – Caso mantenha o atual ritmo de crescimento, a Apple pode se tornar a primeira empresa do mundo a valer US$ 1 trilhão.
É o que aponta uma reportagem do jornal USA Today, que lembra da Microsoft como a companhia mais valiosa do mundo de todos os tempos, ao atingir, em 2000, até então insuperáveis US$ 604 bilhões.
Será que a empresa de Steve Jobs chegará lá? Para o USA Today, é provável que sim. O periódico americano enfatiza que desde o fim de 2008 as ações da Apple tiveram uma valorização de mais de 300%.
Considerando os resultados dos últimos cinco anos (as ações da Apple subiram 18% em 2006, 133% em 2007, caíram 56% em 2008, mas dispararam no ano seguinte, crescendo 147%, fechando 2010 com alta de 53%), o crescimento médio foi de 59% ao ano.
Caso mantenha o ritmo, em um cenário otimista é possível prever que a Maçã chegue a um trilhão de dólares de valorização em apenas três anos. No entanto, uma análise mais conservadora estima que a empresa obtenha tal valorização daqui a seis anos.
Atualmente, a Apple é a segunda companhia mais valiosa do mundo, com US$ 310 bilhões, atrás apenas da empresa de petróleo Exxon-Mobil, avaliada em US$ 410 bilhões.
Fonte de pesquisa: http://info.abril.com.br/noticias/mercado/apple-pode-ser-1-empresa-a-valer-us-1-trilhao-15042011-22.shl

Notícia apresentada pela aluna Maria Gabriela - classe 1II - 27/04/2011

Windows 8 pode matar o Adobe Reader

SÃO PAULO - Uma das novidades do Windows 8, o futuro sistema operacional da Microsoft ainda em desenvolvimento, deverá ser um aplicativo para a visualização de documentos no formato PDF, o Modern Reader. Ele deve tornar desnecessária a instalação do Adobe Reader, programa quase onipresente nos PCs atuais.
O Modern Reader – nome que pode ser apenas um apelido provisório – tem aparecido em cópias não oficiais do Windows 8 que circularam na internet. O sistema operacional só deverá ficar pronto em 2012. Além de suceder o Windows 7 nos PCs, ele vai rodar também em tablets.
Em sua versão atual, ainda provisória, o aplicativo para a visualização de documentos PDF da Microsoft tem visual simples, que parece adequado ao uso num tablet. Os recursos também são básicos. Permitem variar o nível de zoom do documento exibido e também visualizar duas páginas lado a lado. Além disso, há uma coluna à direita com marcações para pular diretamente para um determinado capítulo ao ler um livro.
Se o Modern Reader funcionar bem, sua inclusão no Windows será uma boa notícia para os usuários. O Adobe Reader é um programa pesado, que pode deixar lentos os micros mais antigos. Além disso, ele baixa atualizações com frequência excessiva e adiciona um ícone à área de trabalho do Windows cada vez que é atualizado, algo que incomoda muitos usuários.
Há programas alternativos para a visualização de documentos PDF. Mas eles nem sempre exibem as páginas com 100% de fidelidade. Por isso, a maioria das pessoas prefere continuar usando o aplicativo da Adobe. Resta saber se o Modern Reader vai cumprir a tarefa de maneira satisfatória. Para isso, será preciso esperar que a Microsoft libere uma versão beta oficial do Windows 8, o que deve acontecer no segundo semestre.
Fonte da pesquisa: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/windows-8-pode-matar-o-adobe-reader-23042011-4.shl

Notícia apresentada pela aluna Maria Gabriela - 1II em 27/04/2011

Tecnologia pessoal - Windows Phone 7 também armazena dados

SÃO PAULO – Assim como os aparelhos Apple e Google que estariam armazenando dados da localização dos usuários, os dispositivos Windows Phone 7, da Microsoft, também salvam essas informações.

De acordo com o site CNET, o sistema Windows Phone 7 transmite para a Microsoft um pequeno arquivo contendo o ID único do aparelho, detalhes sobre redes Wi-Fi próximas (como o endereço MAC do ponto de acesso) e a latitude e longitude do GPS, mas somente quando o usuário solicita por informações de localização. 
No entanto, a Microsoft afirma que os históricos de localização não são salvos diretamente no aparelho, o que a difere da prática realizada pela Apple que grava a localização de torres de celulares em iPhones e iPads. Já o Google grava apenas as últimas dezenas de localizações dos aparelhos Android.
A Microsoft possui uma página de ajuda no site do Windows Phone, onde diz que monta um banco de dados com a localização de algumas antenas celulares e de pontos de acesso Wi-Fi, para que o dispositivo possa determinar sua localização rapidamente sem consumir muita bateria, como ocorreria se somente o GPS fosse usado.
A CNET entrou em contato com a Microsoft para verificar por quanto tempo os históricos de localização são armazenados e com que freqüência as coordenadas do aparelho são transmitidas pela internet. Mas a empresa não confirmou nenhuma informação à publicação.
O Windows Phone 7, presente em dispositivos Dell, HTC, LG, Nokia e Samsung, atualmente detém 6% do mercado e, segundo o IDC, o sistema deverá atingir 21% até 2015, graças a parceria feita com a Nokia.
Monica Campi, de INFO OnlineTerça-feira, 26 de abril de 2011 - 13h27




Notícia apresentada pela aluna Helen Carla Reato - classe 1II

terça-feira, 19 de outubro de 2010

LÓGICA E CRIATIVIDADE SÃO ESSENCIAIS PARA PROFISSIONAIS DE TI

Tecnologia da Informação é área em expansão, dizem especialistas. 
Saiba mais sobre o curso de graduação em processamento de dados.
Profissionais que escolhem a área de Tecnologia da Informação (TI) estão em constante adaptação às novidades do mercado. Então, se você está sempre antenado nos lançamentos tecnológicos, é fissurado em games e tem curiosidade por entender o funcionamento das coisas vai gostar de saber que é possível trabalhar com seus hobbies. E mais ainda, que esse é um mercado cheio de oportunidades. 
Nesta terça-feira (29), o G1 traz em seu Guia de Carreiras o curso de processamento de dados, ou tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas, como também é chamado. A graduação está entre os cursos de TI oferecidos no Brasil. 
A área de tecnologia está crescendo e a procura por esses cursos é muito grande. Existem estudos que apontam que a tendência é que a área se expanda ainda mais. Hoje em dia, a demanda de empresas procurando por profissionais capacitados é bastante significativa, diz Hamilton Martins Viana, chefe do departamento de tecnologia da informação da Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec-SP). 
O crescimento no número de vagas na área de TI deve-se à gama de possibilidades de atuação. Um aluno graduado em TI pode trabalhar em todos os tipos de empresa, que oferecem qualquer tipo de serviço. Isso porque ele desenvolve projetos de sistemas para a informatização de empresas em suas rotinas administrativas, diz Viana. 
O profissional de análise e desenvolvimento de sistemas está apto a trabalhar em todas as etapas de desenvolvimento de sistemas computacionais. Estas etapas são a análise, projeto, implementação e implantação de sistemas computacionais, afirma André Zampieri, coordenador do curso de tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas da Universidade Caxias do Sul (UCS).
Curso 
O curso de graduação em processamento de dados não é um bacharelado, é um curso tecnológico, voltado diretamente para a parte prática da profissão. O curso tem o mesmo valor para um mestrado, doutorado, ou pós-graduação. A diferença é que o bacharelado é mais amplo, e o curso de tecnologia é voltado para a prática no mercado de trabalho, diz Viana, da Fatec-SP. 
Características esperadas do estudante de TI são o gosto pela informática e bom raciocínio lógico. As matérias mais comuns são as disciplinas de Programação de Computadores, de Análise e Projeto de Sistemas, Banco de Dados e disciplinas que complementam o trabalho desenvolvido nestas, diz Zampieri. 
E o coordenador dá a dica: a tecnologia avança muito rápido, e em ciclos cada vez mais curtos. Por isso, o profissional deve se reciclar e adquirir novos conhecimentos e habilidades.
Dia a dia da profissão 
Segundo Zampieri, na análise de sistemas é realizado o levantamento das necessidades que o sistema computacional se propõe a resolver. Na etapa de projeto, com os dados obtidos na análise, um projeto sobre como será o sistema computacional é produzido. A fase de implementação é quando o sistema computacional é construído (programado). Já a etapa de implantação ocorre quando o software é disponibilizado para o uso. 
O profissional egresso do curso pode atuar, principalmente, como analista de sistemas, programador de computadores, analista de banco de dados e consultor de TI. É possível trabalhar em empresas especializadas no desenvolvimento de sistemas computacionais ou em empresas que utilizam sistemas computacionais. 
Hoje em dia, todos os tipos de organizações utilizam sistemas computacionais - indústria, comércio, serviços, bancos e até empresas da área da saúde. Também há o poder público, como prefeituras, governo federal e governos estaduais. Os profissionais de análise e desenvolvimento de sistemas estão aptos a trabalhar em qualquer empresa que necessite utilizar sistemas computacionais, seja no auxílio à tomada de decisões, ou no gerenciamento dos seus processos operacionais, diz Zampieri.
Escolha de menino 
Escolhi a área de tecnologia aos 12 anos. Comecei a lidar com computadores por meio de amigos e, a partir dalí, essa se tornou uma das paixões da minha vida. Curto tecnologia e gosto disso inclusive no meu tempo livre. Comecei a desenvolver [sistemas] na adolescência, e o ingresso na carreira de TI foi natural. O que me atraía era lidar diretamente com tecnologia e computação, diz Eduardo Campo de Oliveira, formado em processamento de dados. 
Eduardo se formou em 1994 e hoje é gerente de Marketing e Negócios da Divisão de Produtividade e Colaboração da Microsoft Brasil. Comecei na área técnica e trabalhava como analista de sistemas. Optei pela área de desenvolvimento porque gostava muito de programar. Trabalhei sete anos em um banco e pude atuar em diversos projetos na área financeira, afirma. 
Com o crescimento na carreira, ele decidiu complementar a formação técnica com uma pós-graduação em marketing. Queria trazer o aspecto de negócios para a área de tecnologia, diz. Segundo o gerente, a tecnologia se associa ao marketing. O objetivo do marketing é demonstrar um produto, por isso conhecer tecnologia é o primeiro passo para entender como aquele produto vai atender às necessidades de um usuário. 
Segundo Eduardo, o profissional de TI pode escolher entre as áreas de infraestrutura, que é o planejamento do sistema, ou o desenvolvimento do sistema na prática. 
A fama de nerd não é fama, diz Oliveira, em tom de brincadeira. É preciso ser um pouco nerd para gostar de tecnologia, mas isso não significa que a pessoa precise ficar 100% do tempo vendo uma tela de computador. Eu, por exemplo, pratico esportes, gosto de música, já fiz curso de teatro, então depende muito de cada um. Tem desde o cara que é completamente fissurado em tecnologia, o famoso geek, e aquele que tem gostos variados. Acho que hoje em dia não dá para termos nenhum estereótipo do profissional de TI, afirma.

Fonte: G1 - Boletim Centro Paula Souza
18/10/2010

Mesmo sem saber, usuários já aderem à computação em nuvem

Dados publicados na web vão parar em servidores invisíveis aos usuários.
Redes sociais e até mesmo conta de e-mail estão baseados nessa estrutura.

Você já está na nuvem, mas não sabe. Toda vez que você envia uma mensagem pelo Hotmail, busca um endereço no Google ou publica uma foto no Orkut, seus dados são processados e armazenados por um sistema conhecido como computação em nuvem. É a aposta de gigantes da computação, capaz de colocar do mesmo lado a Microsoft, criadora do Windows, e Linus Torvalds, gênio inventor do Linux. Todos querem sair do seu computador pessoal e partir para as nuvens.
“O mundo da tecnologia da informação passa por várias mudanças. Estamos agora evoluindo para uma estrutura de nuvem. O Google já nasceu na nuvem”, disse Francisco Gioielli, engenheiro do Google Brasil.
De acordo com Gioielli, existem duas características básicas para definir a computação em nuvem. Primeiro: os aplicativos são acessados pelo navegador. Ou seja, o usuário não precisa ter o programa instalado no computador, apenas o browser. A partir do navegador ele poderá acessar sites e ferramentas, como editores de texto e imagens, tudo armazenado na internet.
Depois, explica Gioielli, os dados ficam hospedados em uma infraestrutura que está invisível para os usuários, os servidores, onde as informações de várias pessoas são compartilhadas e armazenadas. Alguns usuários que acessam a nuvem frequentemente não imaginam que estão colocando informações nesses computadores.
“No momento que uma pessoa acessa um site via navegador, significa que as informações não estão rodando na máquina. O que mostra que ela já está consumindo uma nuvem”.
Nuvem na máquina local
Usuários como o publicitário Felipe Salles, de 26 anos, acreditam que computação em nuvem é apenas o que funciona remotamente por meio da internet. Salles utiliza, diariamente, sites como Facebook, Orkut, Twitter, e-mail e mensagens instantâneas. Além disso, por trabalhar em frente ao computador, ele fica on-line em torno de 12 a 14 horas por dia.
“Para mim, computação em nuvem é poder usar um programa como o ‘Microsoft Office’ sem precisar instalar nada. Ou seja, é tudo que está remoto, que você não precisa ter na sua máquina”, disse Salles.
Estamos tendo uma grande explosão de aplicativos voltando"
Otávio Pêcego, arquiteto de soluções da Microsoft
Otávio Pêcego, arquiteto de soluções sênior da Microsoft Brasil, explica que, nesse caso, para acessar a nuvem sempre será necessário um software local trabalhando na máquina ou no celular. “Os usuários veem de vez em quando o Windows Update entrar. Esse é um exemplo de programa na máquina local que conversa com a nuvem para saber as informações que precisam ser baixadas”.
Outro exemplo de interação entre a nuvem e o sistema local é o programa Google Earth, que a empresa chama de geobrowser. “O Google Earth trabalha instalado na máquina do usuário mas, para funcionar, ele precisa se conectar aos servidores do Google”.
As empresas cada dia mais falam e apostam nessa tecnologia. Porém, Pêcego acredita que o fim dos softwares locais não está tão perto.
“A tendência está mostrando o contrário. Estamos tendo uma grande explosão de aplicações voltando. Há muitas pessoas que utilizam o Twitter por meio do navegador, mas outras preferem instalar um aplicativo para acessar o microblog”.
O que pode acontecer, segundo Pêcego, é o disco local funcionar como um lugar temporário onde os usuários podem acessar rapidamente para trabalhar e, aos poucos, transmitir e sincronizar o que está na rede. A nuvem ganharia, então, a função de “backup” (cópia de segurança).
“Por causa da demora, o usuário vai trazer a informação, trabalhar ela localmente e depois enviá-la para a nuvem”, explica Pêcego.
Como se proteger
Agora que você já sabe que está na nuvem, é importante entender que há um risco inerente de colocar todas suas informações na rede. O primeiro passo é entender o que está se usando. Ou seja, muitas vezes o internauta publica um conteúdo na rede sem saber quem pode acessá-lo.
“Precisamos educar nossos usuários para que eles saibam usar esses serviços que estão na nuvem. Mesmo assim, é importante que os internautas conheçam as políticas de cada empresa”, disse Pêcego.
Para Gioielli, não se trata apenas de como o site trabalha aquele conteúdo, mas do usuário saber o que publica nele.
“Tem o aspecto das informações pessoais, como aquelas fornecidas em sites de relacionamento. O usuário deve evitar colocar dados, como o número do cartão de crédito, e até mesmo endereços”, disse.

 Fonte: G1

Pesquisador usa Twitter para prever comportamento de bolsas de valores


Quer saber para onde o mercado está indo? De acordo com estudo da Universidade de Indiana, nos EUA, o Twitter pode ter a resposta. O professor de ciência da computação Johan Bollen e sua equipe de pesquisadores investigaram se as mensagens de 140 caracteres poderiam servir como um termômetro das bolsas de valores, a partir da presunção de que a plataforma de microblog poderia dar algumas dicas sobre o humor do país.
Para testar sua hipótese, Bollen e sua equipe utilizaram um algoritmo conhecido como GPOMS (sigla em inglês para "perfil do Google de estados de humor") - uma série de índices que medem o humor dos usuários do Twitter, com base nas palavras que usam em seus tuítes.
Neste caso, os pesquisadores examinaram seis estados de humor: felicidade, gentileza, atenção, firmeza, vitalidade e serenidade. Eles, então, pegaram uma amostra de 9,7 milhões de tuítes postados entre março e dezembro de 2008, e observaram as correlações entre as mudanças nos índices GPOMS no dia a dia, e as flutuações do índice médio do Dow Jones, da bolsa de valores de Nova York.
Os resultados apontaram que em um dos estados de humor - a calma - havia uma forte correlação com o desempenho da bolsa. Segundo Bollen e sua equipe, o índice de calma pode prever os rumos do índice Dow Jones em um período de 2 a 6 dias - e com uma precisão de 87,6%.

Há ressalvas, no entanto, de acordo com reportagem da revista Technology Review:por um lado, Bollen não propõe um mecanismo econômico ou comportamental através do qual poderia afetar a tranquilidade da Dow Jones. Pode-se, naturalmente, supor que tuítes de calma reflitam a confiança dos investidores. Mas, como o economista Paul Krugman demonstrou em texto publicado em 1991, as expectativas não são a única coisa que determinam os resultados econômicos.

A restritividade do estudo de Bollen, por outro lado, poderia limitar a extensão em que seus resultados podem ser generalizados. Embora ele restrinja seu alcance a um índice da bolsa americana, ele não especifica se os tuítes que ele estudou foram de usuários nos EUA ou também do exterior. O período considerado pela pesquisa foi exclusivamente tumultuado na bolsa e, como resultado, o mercado acionário foi, provavelmente, um tópico mais popular do Twitter do que seria durante períodos menos caóticos.

Fonte: G1 - Tecnologia e Games
19/10/2010 14h35 - Atualizado em 19/10/2010 14h35